Durante o período clássico, a língua grega se dividia em numerosos dialetos, dos quais havia três grandes famílias - a dórica, a eólica e a jônica. No quinto século antes de Cristo, os áticos, um ramo da família jônica, atingiram a supremacia, especialmente quanto à linguagem da literatura em prosa. O dialeto ático era a língua de Atenas em sua fase de glória - a língua de Tucídides, de Platão, de Demóstenes e da maioria dos grandes prosadores da Grécia.
Várias causas contribuíram para tornar o dialeto ático dominante no mundo de fala grega. A primeira e principal deve ser o gênio dos escritores atenienses. Mas a importância política e comercial não deixava de produzir o seu efeito. Hostes de estrangeiros entravam em contato com Atenas através do governo, da guerra e do comércio e as colônias atenienses também ampliavam a influência da cidade mãe. O Império ateniense, na verdade, se desmoronou. Atenas foi conquistada primeiro por Esparta na guerra do Peloponeso, e depois, na metade do quarto século antes de Cristo, juntamente com outras cidades gregas, submeteu-se ao domínio de Filipe, rei da Macedônia. Mas a influência do dialeto ático sobreviveu à perda do poderio político; a língua de Atenas tornou-se também a dos seus conquistadores.
Na sua origem, Macedônia não era um reino grego, mas adotou a civilização dominante da sua época, que era a de Atenas. O tutor de Alexandre, o grande, filho de Filipe, foi Aristóteles, filósofo grego; e este fato é apenas uma indicação das condições da época. Com espantosa rapidez Alexandre se tornou dominador de todo o mundo oriental e os triunfos dos exércitos macedônios eram também os triunfos da língua grega na forma ática. Na verdade, o império de Alexandre se desmoronou depois da sua morte em 323 a.C.; mas os reinos em que ele foi dividido eram, até onde a corte e as classes dominantes atingiam, reinos gregos. Assim, a conquista dos macedônios significava nada menos que a helenização do oriente, ou de qualquer modo significava uma enorme aceleração do processo helenizante que já começara.
Quando os romanos, nos dois últimos séculos antes de Cristo conquistaram o lado oriental do mundo mediterrâneo, de modo algum tentaram suprimir a língua grega. Ao contrário, em bem considerável extensão foram conquistados por aqueles que eles haviam conquistado. A própria Roma já havia se submetido à influência grega, e agora fazia uso da língua grega na administração pelo menos da parte oriental do seu vasto império. A língua do império romano não era tão somente o latim, mas também o grego.
Deste modo, no primeiro século depois de Cristo, o grego tornou-se uma língua universal. As antigas línguas dos diversos países na verdade continuaram a existir e muitos distritos eram bilíngües - as línguas locais coexistiam ao lado do grego. Mas ao menos nas grandes cidades em todo o Império - certamente no oriente - o grego era entendido em toda a parte. Até mesmo em Roma havia uma grande população de falantes de grego. Não é de se surpreender que a carta de Paulo à igreja de Roma tenha sido escrita não em latim, mas em grego.
Porém a língua grega teve de pagar um alto preço pela enorme extensão da sua influência. Na carreira da sua conquista experimentou importantes mudanças. Os antigos dialetos gregos, menos o ático, embora desaparecessem quase totalmente antes do começo da era cristã, podem ter exercido poderosa influência sobre o grego do novo mundo unificado. Menos importante, sem dúvida do que a influência dos dialetos gregos, e muito menos importante do que se pode esperar, foi a influência das línguas estrangeiras. Porém influências de um tipo mais sutil e menos tangível estavam para surgir mais poderosamente. A língua é um reflexo dos hábitos intelectuais e espirituais do povo que a usa. A prosa ática, por exemplo, reflete a vida espiritual de uma pequena cidade-estado, que foi unificada por um intenso patriotismo e por uma gloriosa tradição literária. Mas, passada a época de Alexandre, o falar ático não mais era a língua de um pequeno grupo de cidadãos que vivia na mais estreita associação espiritual; ao contrário, tornara-se o meio de intercâmbio entre pessoas dos mais diversos tipos. Desta forma, não surpreende que a língua do novo período cosmopolita fosse bem diferente do dialeto ático original em que se fundara.
Esta língua do novo mundo que prevaleceu depois de Alexandre tem sido chamada, inadequadamente, de "koiné". A palavra "koiné" significa "comum"; portanto não se trata de uma designação pejorativa para uma língua que foi um recurso comum de intercâmbio para diversos povos. O koiné, então, é a língua grega universal que prevaleceu desde aproximadamente 300 a.C. até o fim da história antiga por volta de 500 a.D.
O Novo Testamento foi escrito nesse período do koiné. Considerado sob o aspecto lingüístico, ele se une de modo bem próximo à tradução grega do Antigo Testamento chamada "Septuaginta", feita em Alexandria nos séculos que antecederam a era cristã, e a alguns escritos cristãos da primeira parte do segundo século depois de Cristo os quais freqüentemente são associados sob o nome de "Pais Apostólicos". Verdade é que neste triplo grupo, a língua do Novo Testamento é sem muito esforço suprema. Mas no que se refere a este simples instrumento de expressão os escritos do grupo entrelaçam-se. Então, onde deve ser inserido todo grupo no desenvolvimento do koiné?
Sempre se tem observado que a língua do Novo Testamento difere de um modo notável dos escritores da prosa ática tais como Tucídides, ou Platão, ou Demóstenes. Isto não surpreende. O lapso de séculos e as importantes mudanças que a criação do novo cosmopolitismo envolveu facilmente podem explicar tal fato. Mas há um outro ainda mais surpreendente. É a descoberta, a saber, de que a linguagem do Novo Testamento difere não somente da dos prosadores áticos dos quatro séculos anteriores, mas também dos escritores gregos do próprio período dentro do qual o Novo Testamento foi escrito. O grego do Novo Testamento é bem diferente, por exemplo, do de Plutarco.
Esta diferença costumava, às vezes, ser explicada pela hipótese de que o Novo Testamento foi escrito num dialeto greco-judaico - uma forma do grego bem diferentemente influenciada pelas línguas semíticas: hebraico e aramaico. Mas em recentes anos outra explicação tem estado em voga de modo crescente. A descoberta dos "papiros não literários" tem dado importante ímpeto a esta outra explicação. Até em época recente, a maior parte do koiné tinha sido conhecida dos eruditos quase exclusivamente através da literatura. Mas dentro dos vinte ou trinta anos passados descobriu-se no Egito, onde o ar seco preservou, escritos antigos embora frágeis, grande número de documentos tais como testamentos, recibos, requerimentos e cartas particulares. Tais documentos não fazem parte da "literatura". Pretendia-se que muitos deles fossem lidos apenas uma vez e, depois disso, jogados fora. Por essa razão eles não apresentavam a linguagem polida dos livros, mas a verdadeira língua falada na vida cotidiana. E, dada a sua importante divergência da linguagem de escritores tais como Plutarco, revelaram com nova clareza o interessante fato de que, no período do koiné, havia uma grande lacuna entre a linguagem literária e a do dia-a-dia. Os literatos da época imitavam os grandes modelos áticos com maior ou menor exatidão; mantinham uma tradição literária artificial. Os obscuros escritores dos papiros não literários por outro lado, nada imitavam, mas somente expressavam-se, sem afetação, na linguagem da rua.
Entretando, descobriu-se que a linguagem do Novo Testamento em vários pontos onde difere da literatura até do período do koiné, concorda com os papiros não literários. Tal descoberta sugeriu uma nova hipótese para explicar a aparente peculiariedade da linguagem do Novo Testamento. Hoje se supõe que a impressão de peculiariedade que o grego do Novo Testamento formou nas mentes dos leitores modernos deve-se simplesmente ao fato de que até recentemente o nosso conhecimento da língua falada distinta da língua literária do período do koiné foi muito limitado. Na verdade, se diz que o Novo Testamento foi escrito simplesmente na forma popular do koiné falada nas cidades de todo o mundo de fala grega.
Não há dúvida de que esta hipótese contém um grande elemento de verdade. Não há dúvida de que a linguagem não é a artificial dos livros e nem um jargão greco-judaico, mas uma linguagem viva na época. Entretanto, a influência semítica não pode ser subestimada. Os escritores do Novo Testamento eram quase todos judeus e todos eles fortemente influenciados pelo Antigo Testamento.Particularmente, no que tange à linguagem, sofreram a influência da Septuaginta, e esta foi influenciada, como a maior parte das traduções antigas, pela linguagem do original. A Septuaginta tinha ido longe ao produzir um vocabulário grego que expressava coisas profundas da religião de Israel. Este vocabulário influiu profundamente no Novo Testamento. Eles se submeteram à influência de novas convicções de um tipo transformador as quais produziram seu efeito na esfera da linguagem. Palavras comuns tiveram de receber novos e mais elevados sentidos e uma nova e gloriosa experiência alteou os homens comuns a um reino mais elevado. Não é de surpreender, então, que, apesar das semelhanças lingüísticas em detalhe nos livros do Novo Testamento, até mesmo na forma, são grandemente diferentes das cartas descobertas no Egito. Os escritores do Novo Testamento empregaram a linguagem comum e viva da sua época. Mas empregaram-na na expressão dos pensamentos incomuns e a própria linguagem, em seu processo, foi, até certo ponto, transformada. A Epístola aos Hebreus mostra que até a arte consciente pode tornar-se instrumento de profunda sinceridade e as cartas de Paulo, mesmo as mais breves e mais simples não são simples ninharias a serem lançadas fora como as cartas descobertas nos montes de lixo do Egito, mas dirigidas por um apóstolo à igreja de Deus. A língua popular cosmopolita do mundo greco-romano também serviu a seu propósito na história. Rompeu as barreiras raciais e lingüísticas. E num ponto da sua vida tornou-se sublime.
Várias causas contribuíram para tornar o dialeto ático dominante no mundo de fala grega. A primeira e principal deve ser o gênio dos escritores atenienses. Mas a importância política e comercial não deixava de produzir o seu efeito. Hostes de estrangeiros entravam em contato com Atenas através do governo, da guerra e do comércio e as colônias atenienses também ampliavam a influência da cidade mãe. O Império ateniense, na verdade, se desmoronou. Atenas foi conquistada primeiro por Esparta na guerra do Peloponeso, e depois, na metade do quarto século antes de Cristo, juntamente com outras cidades gregas, submeteu-se ao domínio de Filipe, rei da Macedônia. Mas a influência do dialeto ático sobreviveu à perda do poderio político; a língua de Atenas tornou-se também a dos seus conquistadores.
Na sua origem, Macedônia não era um reino grego, mas adotou a civilização dominante da sua época, que era a de Atenas. O tutor de Alexandre, o grande, filho de Filipe, foi Aristóteles, filósofo grego; e este fato é apenas uma indicação das condições da época. Com espantosa rapidez Alexandre se tornou dominador de todo o mundo oriental e os triunfos dos exércitos macedônios eram também os triunfos da língua grega na forma ática. Na verdade, o império de Alexandre se desmoronou depois da sua morte em 323 a.C.; mas os reinos em que ele foi dividido eram, até onde a corte e as classes dominantes atingiam, reinos gregos. Assim, a conquista dos macedônios significava nada menos que a helenização do oriente, ou de qualquer modo significava uma enorme aceleração do processo helenizante que já começara.
Quando os romanos, nos dois últimos séculos antes de Cristo conquistaram o lado oriental do mundo mediterrâneo, de modo algum tentaram suprimir a língua grega. Ao contrário, em bem considerável extensão foram conquistados por aqueles que eles haviam conquistado. A própria Roma já havia se submetido à influência grega, e agora fazia uso da língua grega na administração pelo menos da parte oriental do seu vasto império. A língua do império romano não era tão somente o latim, mas também o grego.
Deste modo, no primeiro século depois de Cristo, o grego tornou-se uma língua universal. As antigas línguas dos diversos países na verdade continuaram a existir e muitos distritos eram bilíngües - as línguas locais coexistiam ao lado do grego. Mas ao menos nas grandes cidades em todo o Império - certamente no oriente - o grego era entendido em toda a parte. Até mesmo em Roma havia uma grande população de falantes de grego. Não é de se surpreender que a carta de Paulo à igreja de Roma tenha sido escrita não em latim, mas em grego.
Porém a língua grega teve de pagar um alto preço pela enorme extensão da sua influência. Na carreira da sua conquista experimentou importantes mudanças. Os antigos dialetos gregos, menos o ático, embora desaparecessem quase totalmente antes do começo da era cristã, podem ter exercido poderosa influência sobre o grego do novo mundo unificado. Menos importante, sem dúvida do que a influência dos dialetos gregos, e muito menos importante do que se pode esperar, foi a influência das línguas estrangeiras. Porém influências de um tipo mais sutil e menos tangível estavam para surgir mais poderosamente. A língua é um reflexo dos hábitos intelectuais e espirituais do povo que a usa. A prosa ática, por exemplo, reflete a vida espiritual de uma pequena cidade-estado, que foi unificada por um intenso patriotismo e por uma gloriosa tradição literária. Mas, passada a época de Alexandre, o falar ático não mais era a língua de um pequeno grupo de cidadãos que vivia na mais estreita associação espiritual; ao contrário, tornara-se o meio de intercâmbio entre pessoas dos mais diversos tipos. Desta forma, não surpreende que a língua do novo período cosmopolita fosse bem diferente do dialeto ático original em que se fundara.
Esta língua do novo mundo que prevaleceu depois de Alexandre tem sido chamada, inadequadamente, de "koiné". A palavra "koiné" significa "comum"; portanto não se trata de uma designação pejorativa para uma língua que foi um recurso comum de intercâmbio para diversos povos. O koiné, então, é a língua grega universal que prevaleceu desde aproximadamente 300 a.C. até o fim da história antiga por volta de 500 a.D.
O Novo Testamento foi escrito nesse período do koiné. Considerado sob o aspecto lingüístico, ele se une de modo bem próximo à tradução grega do Antigo Testamento chamada "Septuaginta", feita em Alexandria nos séculos que antecederam a era cristã, e a alguns escritos cristãos da primeira parte do segundo século depois de Cristo os quais freqüentemente são associados sob o nome de "Pais Apostólicos". Verdade é que neste triplo grupo, a língua do Novo Testamento é sem muito esforço suprema. Mas no que se refere a este simples instrumento de expressão os escritos do grupo entrelaçam-se. Então, onde deve ser inserido todo grupo no desenvolvimento do koiné?
Sempre se tem observado que a língua do Novo Testamento difere de um modo notável dos escritores da prosa ática tais como Tucídides, ou Platão, ou Demóstenes. Isto não surpreende. O lapso de séculos e as importantes mudanças que a criação do novo cosmopolitismo envolveu facilmente podem explicar tal fato. Mas há um outro ainda mais surpreendente. É a descoberta, a saber, de que a linguagem do Novo Testamento difere não somente da dos prosadores áticos dos quatro séculos anteriores, mas também dos escritores gregos do próprio período dentro do qual o Novo Testamento foi escrito. O grego do Novo Testamento é bem diferente, por exemplo, do de Plutarco.
Esta diferença costumava, às vezes, ser explicada pela hipótese de que o Novo Testamento foi escrito num dialeto greco-judaico - uma forma do grego bem diferentemente influenciada pelas línguas semíticas: hebraico e aramaico. Mas em recentes anos outra explicação tem estado em voga de modo crescente. A descoberta dos "papiros não literários" tem dado importante ímpeto a esta outra explicação. Até em época recente, a maior parte do koiné tinha sido conhecida dos eruditos quase exclusivamente através da literatura. Mas dentro dos vinte ou trinta anos passados descobriu-se no Egito, onde o ar seco preservou, escritos antigos embora frágeis, grande número de documentos tais como testamentos, recibos, requerimentos e cartas particulares. Tais documentos não fazem parte da "literatura". Pretendia-se que muitos deles fossem lidos apenas uma vez e, depois disso, jogados fora. Por essa razão eles não apresentavam a linguagem polida dos livros, mas a verdadeira língua falada na vida cotidiana. E, dada a sua importante divergência da linguagem de escritores tais como Plutarco, revelaram com nova clareza o interessante fato de que, no período do koiné, havia uma grande lacuna entre a linguagem literária e a do dia-a-dia. Os literatos da época imitavam os grandes modelos áticos com maior ou menor exatidão; mantinham uma tradição literária artificial. Os obscuros escritores dos papiros não literários por outro lado, nada imitavam, mas somente expressavam-se, sem afetação, na linguagem da rua.
Entretando, descobriu-se que a linguagem do Novo Testamento em vários pontos onde difere da literatura até do período do koiné, concorda com os papiros não literários. Tal descoberta sugeriu uma nova hipótese para explicar a aparente peculiariedade da linguagem do Novo Testamento. Hoje se supõe que a impressão de peculiariedade que o grego do Novo Testamento formou nas mentes dos leitores modernos deve-se simplesmente ao fato de que até recentemente o nosso conhecimento da língua falada distinta da língua literária do período do koiné foi muito limitado. Na verdade, se diz que o Novo Testamento foi escrito simplesmente na forma popular do koiné falada nas cidades de todo o mundo de fala grega.
Não há dúvida de que esta hipótese contém um grande elemento de verdade. Não há dúvida de que a linguagem não é a artificial dos livros e nem um jargão greco-judaico, mas uma linguagem viva na época. Entretanto, a influência semítica não pode ser subestimada. Os escritores do Novo Testamento eram quase todos judeus e todos eles fortemente influenciados pelo Antigo Testamento.Particularmente, no que tange à linguagem, sofreram a influência da Septuaginta, e esta foi influenciada, como a maior parte das traduções antigas, pela linguagem do original. A Septuaginta tinha ido longe ao produzir um vocabulário grego que expressava coisas profundas da religião de Israel. Este vocabulário influiu profundamente no Novo Testamento. Eles se submeteram à influência de novas convicções de um tipo transformador as quais produziram seu efeito na esfera da linguagem. Palavras comuns tiveram de receber novos e mais elevados sentidos e uma nova e gloriosa experiência alteou os homens comuns a um reino mais elevado. Não é de surpreender, então, que, apesar das semelhanças lingüísticas em detalhe nos livros do Novo Testamento, até mesmo na forma, são grandemente diferentes das cartas descobertas no Egito. Os escritores do Novo Testamento empregaram a linguagem comum e viva da sua época. Mas empregaram-na na expressão dos pensamentos incomuns e a própria linguagem, em seu processo, foi, até certo ponto, transformada. A Epístola aos Hebreus mostra que até a arte consciente pode tornar-se instrumento de profunda sinceridade e as cartas de Paulo, mesmo as mais breves e mais simples não são simples ninharias a serem lançadas fora como as cartas descobertas nos montes de lixo do Egito, mas dirigidas por um apóstolo à igreja de Deus. A língua popular cosmopolita do mundo greco-romano também serviu a seu propósito na história. Rompeu as barreiras raciais e lingüísticas. E num ponto da sua vida tornou-se sublime.
Nessun commento:
Posta un commento